REUNIÃO DO COMITÉ EXECUTIVO DA UNI Europa ICTS

SINTTAV PRESENTE

Reunião: No dia 12 de Março, na Sede da UNI Europa, reuniu o Comité Executivo da ICTS, que integra o Presidente do SINTTAV, Manuel Gonçalves, o qual participou na reunião, que decorreu de acordo com a O.T., participaram 15 Dirigentes, além da Mesa que presidiu.

Os temas mais relevantes discutidos relacionaram-se com:

  • Futuro do mundo do trabalho face à (I A) Inteligência Artificial. Este tema coloca grandes desafios à sociedade, aos trabalhadores e aos sindicatos, para o qual a UNI já tem um grupo de especialistas nesta matéria e estão a trabalhar para se apresentar uma proposta no Comité de Diálogo Social das Telecomunicações.
  • Conferência Mundial da ICTS, que se vai realizar entre os dias 25 e 29 de Agosto próximo, na Cidade de Kuala Lumpur, na Malásia.
  • Desconexão Digital, acordo com a Telefónica. Sobre cujo tema a UGT de Espanha que fez uma exposição detalhada do acordo estabelecido em Novembro com a Telefónica, semelhante em termos de filosofia ao Acordo do Código de Conduta, que se aplica em todos os países onde a Telefónica está presente.

O Acordo foi assinado pelos dois sindicatos ( CC.OO e UGT) a UNI e a Telefónica, o mesmo faz uma avaliação global da situação colocada aos trabalhadores que não se desconectem após o horário de trabalho, que poderia interceder muito com o seu tempo de descanso e até com a vida familiar.

Tudo isto foi analisado e aprovadas as orientações necessárias que foram depois transmitidas a toda a cadeia hierárquica das Empresa do Grupo da Telefónica.

  • Comités Europeus de Empresa. Sobre o tema foram dados vários exemplos onde as coisas não funcionam bem e uma das grandes preocupações é com a Teleperformance, a UNI anda há muito a tentar negociar um Acordo Marco Global, que resolveria os vários dos problemas, mas que até agora não conseguiu.

Como se tratava de Multinacionais, o SINTTAV aproveitou este ponto para fazer uma dura crítica ao trabalho da UNI em relação à Altice, abordando os dois principais temas: Aliança Mundial e CEE, relembrou que estes dois temas já levam quatro anos de discussão e as coisas continuam sem solução.

Na opinião do SINTTAV, constituir a Aliança Mundial não devia ser um problema e era muito importante como forma de pressão sobre a Altice.

Quanto aos CEE a situação é mais difícil, os 3 Sindicatos portugueses estão de acordo, em França a situação é mais complicada, mas não é impossível de ultrapassar, pelo que o desafio fica lançado à UNI.

A UGT de Espanha aproveitou a deixa do SINTTAV e disse que para eles a situação mais complicada é a da VODAFONE e esperava que a UNI pudesse fazer algo para alterar a situação, explicou que esta é muito grave, em 2018 ocorreram mais de 1000 despedimentos em Espanha, em Itália a situação foi semelhante e por isso temos que intervir.

  • As mulheres na ICTS, igualdade de género. Quanto a este tema, a UGT de Espanha fez uma apresentação de um Acordo estabelecido este ano com a Telefónica, à semelhança do que se passa com o Código de Conduta de Responsabilidade Social, é aplicado em todos os países onde a Telefónica está implantada.
  • Diálogo Social nas Telecomunicações. Em relação a este tema, a UNI fez o balanço do Acordo sobre Bom Trabalho, Boa Saúde, a avaliação que faz é que foi um trabalho muito bom, Sindicatos, Operadores e Comissão Europeia todo o mundo está satisfeito.
  • Mapeamentos. Quanto a este tema a UNI está a fazer no mapeamento das Empresas nalgumas áreas importantes, tem sido desenvolvido um trabalho com os Sindicatos para se saber se nessas Empresas, a nível dos diversos países, os Sindicatos têm Associados, se têm Delegados Sindicais ou Dirigentes, que são fundamentalmente 3 Empresas: ( Teleperformance, Sitel e Transcon).

Estes foram os temas mais relevantes e em relação a cada um o SINTTAV, como é sua prática, dá sempre os seus contributos.

CONFERÊNCIA SOBRE “BOM TRABALHO, BOA SAÚDE”

COM A PARTICIPAÇÃO ACTIVA DO SINTTAV

No passado dia 17 de Janeiro, realizou-se em Bruxelas, a Conferência final sobre o Projecto “Bom Trabalho, Boa Saúde”, na qual o SINTTAV esteve representado pelo seu Presidente Manuel Gonçalves, que integrou o Grupo de Trabalho no âmbito do CDS (Comité de Diálogo Social) das Telecomunicações e pelos Dirigentes Paulo Moreira e Pedro Paulino, que integram a Comissão de Segurança e Saúde no Trabalho da PT.

O Projecto designado por “Bom Trabalho, Boa Saúde”, foi desenvolvido pelos Parceiros Sociais das Telecomunicações, ETNO e UNI, durante cerca de 18 meses, consistiu fundamentalmente em “pegar-se “ no Projecto desenvolvido e aprovado em 2009 e adaptá-lo à realidade actual.

Para se conseguir esse objectivo realizaram-se várias reuniões e Teleconferências, tendo o trabalho sido traduzido no Projecto final, que foi considerado muito positivo.

A adaptação da Brochura de 2009 à realidade actual, enriqueceu bastante o conteúdo final, trabalho que ficou a cargo do SINTTAV de da MEO/Altice, agora o trabalho que se segue é a divulgação e à posterior a avaliação dos resultados.

Conferência. A Conferência teve cerca de 80 participantes tanto da UNI como da ETNO, vindos de vários países e decorreu de acordo com a metodologia antes aprovada que foi:

Durante a manhã foram feitas várias apresentações, já previamente decididas, a nível da MEO, foi feita uma pela Dra Isabel Caixeiro, fundamentalmente sobre a Medicina no Trabalho.

Durante a tarde organizaram-se 4 Mesas Redondas, cada uma com um moderador e um elemento designado para apresentar depois as conclusões na sessão Plenária.

O SINTTAV fez duas intervenções, ambas ligadas à questão fundamental que é a divulgação dos conclusões e a recolha dos resultados nos locais de trabalho.

Ambas as intervenções se focaram nesta componente, defendendo que não basta as Empresas colocarem a “Brochura” no portal do trabalhador, porque esta tem 28 páginas e nenhum trabalhador tem condições para ler um doc. destes no Portal e muito menos apreender o seu conteúdo e por isso o SINTTAV defendeu que as Empresas deviam entregar um exemplar da Brochura a cada trabalhador.

Mas como não basta só entregar o livrinho, é preciso uma sensibilização dos trabalhadores para a sua importância, então o SINTTAV defendeu que as Empresas deviam organizar sessões ao vivo para esclarecimento e motivação dos trabalhadores.

Conclusão: Foi uma boa Conferência, o Grupo de Trabalho organizador ficou satisfeito, a Comissão Europeia também, nós falámos com a sua representante na Conferência, a Maria, uma Cipriota, que é a pessoa que coordena o trabalho do CDS das Telecomunicações, que nos transmitiu a sua satisfação pelo êxito do trabalho realizado e da Conferência.

Lisboa, 28 de Janeiro de 2019.

P’LO SINTTAV

Manuel Gonçalves

UNI-MEI – PANARTES REUNIU EM BUENOS AIRES (3 e 7 Dezembro 2018)

Realizaram-se várias reuniões, pelo que se divulga o que de mais relevante se tratou em cada uma, assim:

REUNIÃO ALIANÇA SINDICAL INTERNACIONAL GRUPO PRISA

A UNI-MEI tem constituída a Aliança Sindical Mundial para o Grupo PRISA, que integra o SINTTAV na medida em que o Grupo Média Capital faz parte do referido Grupo, tendo o nosso Sindicato sido representado pelo seu Presidente, Manuel Gonçalves, que integra a Aliança. Nesta reunião foi feita a análise ao diálogo com a Direcção do Grupo PRISA no que concerne ao Acordo Mundial, bem assim como em relação à situação laboral e sindical nos diversos Países representados na reunião ( Argentina, Colômbia, Espanha, México e Portugal).Quanto ao Acordo Mundial, a UNI-MEI entregou uma Proposta à Direcção do Grupo PRISA em 15 de Nov. de 2017, até agora sem resposta.

No diálogo estabelecido entre os Sindicatos de Espanha, onde está a Sede da PRISA, a DRH mostra-se disponível para o Acordo, mas depois na prática não responde.

Quanto à situação laboral e sindical, os únicos países onde não existem grandes problemas é na Argentina e Espanha, em todos os restantes, desenvolver actividade sindical nas empresas do Grupo PRISA é muto difícil.

Assim, neste contexto decidiu-se passar-se à acção concreta, porque a situação é insustentável, pelo que:

  • Foi elaborado um comunicado em nome da UNI-MEI e dos oito Sindicatos presentes a ser distribuído em todas as Empresas do Grupo PRISA, no qual, além de se divulgar a atitude do Grupo, se deixa antever, que na falta de resposta, o conflito se vai agravar.
  • Foi decidido enviar uma carta à Direcção da PRISA, com uma data limite para resposta.
  • Caso a PRISA não responda positivamente, serão desencadeadas acções de protesto, com uma concentração no mesmo dia e hora frente às instalações do Grupo nos diversos países, com gravação de um vídeo em cada país, que a UNI-MEI depois compilará o conjunto.
  • Como aumentar a representação das mulheres nas estruturas sindicais audiovisuais e nos postos de tomadas de decisão?
  • Como melhorar a recompilação dos dados relacionados com o Igualdade de Género dentro dos sindicatos?
  • Como estabelecer políticas e serviços específicos de Igualdade de Género?
  • Como medir e monitorar o progresso na Igualdade de Género dentro dos sindicatos?

REUNIÃO UNI -MEI- PANARTES

Realizou-se uma reunião entre os Sindicatos da UNI-MEI e PANARTES, com a presença dos seguintes ( FITERTE, SINTTAV, AAA, AATRAC, SATSAID, SICA, SUTEP, SINDCINE, FETRA TV, SINTECI, SITATYR, FUTTVA, SINTARTEL e OPPRAP), cuja Ordem de Trabalhos consistia no Intercâmbio sobre a situação do sector dos meios de comunicações e os sindicatos da América Latina, negociação colectiva e organização dos trabalhadores.

Também foi discutida a possibilidades de se desenvolveram acções conjuntas, ao que se seguiu uma exposição de um perito Argentino sobre a Quarta Revolução Industrial.

Como resumo, o que se verificou é que a situação de dificuldades para os trabalhadores e sindicatos é muito difícil em todos os países, mas pior na Argentina, México e Brasil, como resultado das políticas de direita e anti-trabalhadores levadas a cabo pelos governos.

Na Argentina o Ministério do Trabalho foi transformado em Secretaria de Estado para tirar importância ao diálogo social, mas a política desenvolvida nem aos clientes do Governo tem servido, a inflação anda na ordem dos 55% , a pobreza aumentou muito e a violência também.

No Brasil, os últimos anos têm sido um pesadelo para os trabalhadores e sindicatos, mas a partir de 1 de Janeiro espera-se o pior, porque o Bolsonaro disse que vai encerrar o Ministério do Trabalho, quer acabar com os Sindicatos e com a Contratação Colectiva para que os patrões paguem como queiram.

No México a situação não é muito diferente, com um Presidente que tem o apoio mais baixo alguma vez verificado, apenas 26% com o resultado da política seguida e agora agravada com os milhares de emigrantes que fogem da miséria e violência das Honduras e Guatemala e que não se sabe como vai acabar.

Então como conclusão, é necessário reforçar a solidariedade entre todos os sindicatos porque a luta é comum e serão analisadas as possibilidades de se desenvolverem acções conjuntas, cabendo a cada sindicato sugerir hipóteses que a PANARTES E UNI-MEI analisarão.

ORGANIZAR OS TRABALHADORES JOVENS.

Este foi outro dos temas discutidos e com muito êxito, porque os sindicatos Argentinos – AAA, AATRAC, SAL, SATSAID, SICA e SUTEP, mobilizaram um grande conjunto de jovens quadros sindicais para esta iniciativa.

Os jovens falaram das suas experiências sindicais, das suas motivações, dos êxitos conseguidos e da sua vontade e determinação em aprender.

Depois estabeleceu-se um interessante debate entre os sindicalistas mais experientes e os jovens, para lhes serem transmitidas experiências também enriquecedoras e lhe dar força.

A UNI-MEI foi a primeira vez que realizou uma experiência deste tipo, mas face aos resultados, será para continuar.

CRIAÇÃO DE CAPACIDADES SOBRE IGUALDADE DE GÉNERO DENTRO DOS SINDICATOS.

A discussão deste tema foi organizada pela UNI-MEI, cuja tarefa ficou a cargo de Verónica Mendez, Chefe do Departamento desta temática na UNI GLOBAL.

A abordagem do tema foi muito interessante, hoje esta temática é discutida na generalidade dos Fóruns, a Verónica projectou um vídeo de uma jovem inglesa que discursou nas Nações Unidas sobre este tema e o discurso foi um sucesso.

Depois a Verónica abordou vários aspectos sobre esta temática tais como:

Após a exposição e o debate, deixou estes temas para reflexão dos participantes.

Depois seguiu-se um conjunto de apresentações de boas práticas e experiências dos sindicatos Argentinos, Chilenos e Uruguaios, diferentes de país para país, mas todas reflectindo avanços importantes neste capítulo e em regra os sindicatos têm ligado este tema ao da violência e assédio no local de trabalho porque estão interligados.

Depois seguiu-se uma abordagem da temática – Consciencialização sobre a questão do assédio sexual dentro dos sindicatos e as formas de o combater.

A explanação da temática ficou a cargo da FIA – UNI e UNI-MEI, tendo sido abordada com realismo, porque não sendo regra, têm existido algumas situações que é necessário de todo eliminá-las, de outra forma não se pode dar o exemplo.

Por fim, a Verónica informou que a UNI GLOBAL está a trabalhar no caminho de uma Convenção que a OIT vai aprovar contra a violência nos locais de trabalho.        

CAPACITAÇÃO DE LIDERANÇA - MULHERES LIDERES SINDICAIS.

A UNI-MEI, aproveitando a participação de muitas mulheres nas reuniões que nos referimos anteriormente, organizou uma reunião sobre este tema, mas como foi reservada só a mulheres não se pode fazer qualquer alusão aos temas discutidos e conclusões.

Conclusão

Pela diversidade e importância dos temas tratados e suas conclusões, é fácil de perceber que estas iniciativas da UNI-MEI- PANARTES, foram um sucesso a toda a linha, o que significa que o sindicalismo na UNI está no caminho certo.

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, NO CANADÁ, DIA 3 DE OUTUBRO

Na sequência da reunião do Comité Executivo da UNI-MEI, foi decidido realizar um Seminário sobre Segurança e Saúdo no Trabalho, dirigido pelo Sindicato do Canadá, que têm uma longa tradição de trabalho nesta vertente laboral.

O Seminário decorreu no Centro de Formação do Sindicato, com todas as condições para os diversos tipos de formação que o Sindicato dá, o Centro está equipado com tudo, desde tractores a Empilhadoras, a uma grande serração, é uma realidade bem diferente da Europa, os Sindicatos do Canadá tem um grande poder económico e além disso toda a formação é co-financiada.

No Canadá toda a Legislação é discutida com os Sindicatos e depois uma das grandes preocupações destes é fiscalizar a sua aplicação nas Empresas, para o que chegam a elaborar questionários.

O Sindicato explicou os diversos tipos de formação que ministra, dando particular destaque ao que é feito na área da Saúde e Segurança no Trabalho.

Outra componente à qual o Sindicato dá muita atenção no plano Social, é a do trabalho desenvolvido pela ACTscfe, que é uma Associação com mais de 50 anos, tipo PT-ACS, gerida pelo Sindicato.

Durante o debate os Sindicatos participantes transmitiram a realidade de cada país em termos de formação, tudo muito diferente do Canadá, porque o co-financiamento quase não existe.

Conclusão. Foi um Seminário interessante, realizado num país com uma realidade muito diferente de qualquer um dos restantes que participaram, o que nos encoraja a trabalhar mais no sentido de ver se podemos alterar a realidade em que cada um dos países participantes.  

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Foto da reunião dos participantes no Seminário realizado no Canadá, sobre saúde e segurança no trabalho.

COMITÉ EXECUTIVO DA UNI-MEI REUNIU EM TORONTO

ENTRE OS DIAS 1 e 3 DE OUTUBRO

DESTAQUE DOS TEMAS MAIS RELEVANTES

O Comité Executivo da JUNI-MEI, que integra Presidente do SINTTAV, Manuel Gonçalves, reuniu em Toronto, entre os dias 1 e 3 de Outubro, com uma Ordem de Trabalhos muito extensa, de cuja reunião se divulgam os aspectos mais relevantes, assim:

Participaram tocos os membros do Comité Executivo ( 29) , excepto o Presidente Gerry Morryssey, porque decidiu aposentar-se a partir de 1 de Outubro e o staff da UNI-MEI (7 membros).

Eleição de membros: Por proposta da Gerry Morryssey, foram eleitos os seguintes membros:

Presidente: Mathew Loeb, do Sindicato dos E.U.A, que era o Vice-presidente.

Vice - Presidentes: Philippa Childs, do Sindicato do Reino Unido;

 Bryan Unger, do Sindicato dos E.U.A;

 Sónia Sontana do Sindicato do Brasil. 

Membros: David Forget, Sindicato do Canadá;

 Helma Van der Mijl, Sindicato da Holanda;

 Warwick Hempleman, do Sindicato da Alemanha.

Prioridades e actividades. Neste ponto com vários itens, foi dado destaque ao Plano de actividades de Setembro de 2017 a Setembro de 2018. Era um documento muito amplo, com 38 páginas, traduzindo a grande actividade da UNI-MEI, depois de um amplo debate, foi a provado por unanimidade, do que se destacam os seguintes aspectos:

A sindicalização, o desenvolvimento das capacidades, a incidência política sobre as normas, os direitos do autor, o Pilar dos Direitos Sociais na UE, Grupo PRISA, Igualdade e Diversidade, Serviço Público da Radiodifusão, Liberdade de Expressão, Liberdade de Associação, Saúde e Segurança, entre outros. 

Programa de Acção para 2019. Outro documento com um grande conjunto de propostas muito diversas com 32 temas, teve uma discussão muito profunda, tendo sido aprovado também por unanimidade, merecendo realce as seguintes:

  1. Organização e desenvolvimento das capacidades.
  2. Influência política e reguladora.
  3. Companhias Internacionais, regionais e Federações industriais.
  4. Igualdade e Diversidade.
  5. Promover Fortes Valores Públicos.
  6. Remuneração e Contratos Justos.
  7. Liberdade de Expressão.
  8. Liberdade de Associação.
  9. Saúde e Segurança no Trabalho.
  10. Dignidade no Trabalho.

Todos estes temas têm um conjunto de alíneas, sendo pois um compromisso muito amplo para 2019, aprovado por unanimidade, em relação ao qual todos os Sindicatos presentes se comprometeram a trabalhar para o seu cumprimento.

Como conclusão, foi um a boa reunião, como é habitual no plano da UNI-MEI. 

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Legenda: Foto da reunião do Comité Executivo da UNI-MEI 

REUNIÃO EM BRUXELAS, SOBRE O PROJECTO “BOM TRABALHO, BOA SAÚDE”

DA QUAL SE DIVULGAM OS ASPECTOS MAIS RELEVANTES

O Comité de Diálogo Social das Telecomunicações, está a desenvolver um Projecto designado por "Bom Trabalho, Boa Saúde", co-financiado pela Comissão Europeia, que está na recta final.

No dia 27 de Setembro, realizou-se uma reunião em Bruxelas, na Sede da ETNO, do Grupo Director do Projecto de “Bom Trabalho, Boa Saúde, no qual o SINTTAV está representado pelo seu Presidente Manuel Gonçalves, que integra o respectivo Grupo e o único ponto foi analisar o ponto da situação e o que se pode acrescentar ao que está feito.

Para este efeito, o trabalho foi dividido em 3 sessões.

  • Uma em Plenário para se fazer uma abordagem do Projecto.
  • Outra de trabalho em Grupo, constituindo-se 3 Grupos de Trabalho.
  • A última de novo em Plenário, para cada Grupo informar as conclusões a que tinha chegado.
  • Fazer-se um balanço geral de como está o desenvolvimento do Projecto neste momento.
  • Fazer uma análise geral ao Projecto de 2009, porque este serviu de base ao actual Projecto, para se decidir o que se retira deste por estar desactualizado, o que se adapta e que temas novos se devem incluir.
  • Confirmar que a partir destes dados a IOM, empresa que ganhou o concurso, vai completar o estudo do Projecto.
  • Confirmar a data para a reunião de aprovação do Projecto que será a 17 de Janeiro, em Bruxelas.

Em termos gerais foi uma boa reunião, o tema é consensual, não há divergências de maior, procura-se elaborar e aprovar o melhor projecto possível.

Os traços mais marcantes da reunião foram os seguintes:

  • Fazer-se um balanço geral de como está o desenvolvimento do Projecto neste momento.
  • Fazer uma análise geral ao Projecto de 2009, porque este serviu de base ao actual Projecto, para se decidir o que se retira deste por estar desactualizado, o que se adapta e que temas novos se devem incluir.
  • Confirmar que a partir destes dados a IOM, empresa que ganhou o concurso, vai completar o estudo do Projecto.
  • Confirmar a data para a reunião de aprovação do Projecto que será a 17 de Janeiro, em Bruxelas.

REUNIÃO DA UNI- GRUPO PRISA, EM MADRID

REUNIÃO DA UNI- GRUPO PRISA, EM MADRID

ACORDO MARCO MUNDIAL, PRINCIPAL OBJECTIVO

A situação laboral no Grupo Prisa em termos globais é muito complicada e resulta fundamentalmente da situação financeira do Grupo e da sua política quase em geral hostil aos Sindicatos.

Neste contexto, que decorre há muito, a UNI-MEI decidiu constituir a Aliança Sindical Mundial para o Grupo Prisa, que integra os Sindicatos de todos os países onde o Grupo Empresarial está presente.

A Aliança Sindical tem reunido com regularidade e no dia 14 de Março realizou uma reunião em Madrid, a qual decorreu nas instalações das CC.OO, com a presença da UN-MEI, os Sindicato de Espanha ( CC.OO e UGT) e do SINTTAV.

Participaram 10 Dirigentes e o SINTTAV esteve representado pelo seu Presidente, Manuel Gonçalves, que integra a Aliança Mundial.

A reunião teve duas partes distintas, na primeira fez-se o balanço da situação do Grupo Prisa em termos gerais e na segunda parte, realizou-se uma reunião com a DRH do Grupo.

Quanto à situação laboral em termos gerais não se reconhecem melhorias desde a última reunião, porque a situação financeira do Grupo não se tem alterado e a política anti-sindical em vários países, especialmente na América Latina piorou, nomeadamente na Colômbia, Chile, México e Peru.

Após feito o balanço da situação, analisou-se que resposta sindical tem que ser dada em termos gerais e os dois vectores principais do nosso trabalho vão ser:

  • A UNI dar todo o apoio possível aos sindicatos com prioridade para aqueles que lutam com mais dificuldades.
  • Desenvolvemos todos os esforços no sentido de se negociar o Acordo Marco Mundial.

Como a segunda parte do nosso trabalho era a reunião com a DRH, preparamos bem as intervenções e as questões chave para a discussão.

Reunião com a DRH do Grupo PRISA. A Dra Marta Serrano, que é a DRH do Grupo, aceitou reunir-se com os Sindicatos na sede das CC.OO.

O principal objectivo da reunião, foi a discussão da necessidade de negociação de um Acordo Marco Mundial, para cujo efeito a UNI já tinha entregue um Projecto.

Como a DRH foi nomeada recentemente, disse desconhecer o mesmo, tendo-lhe sido entregue um exemplar.

Na reunião, que decorreu com cordialidade, a UNI afirmou os seus objectivos quando à negociação de um Acordo deste tipo, explicou que não se tratava de um Acordo de Contratação Colectiva, em relação a cujo tema existe sempre uma grande resistência patronal, depois a DRH fez uma apreciação global do documento, questionou alguns aspectos em termos de esclarecimento e no fim comprometeu-se a dar uma resposta dentro dos próximos três meses, o que para a UNI foi compreensível na medida em que a DRH é recente no cargo, tem que se familiarizar com vários temas e quanto ao Acordo também necessita de orientações superiores.

 

 

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