REUNIÃO DA UNI- GRUPO PRISA, EM MADRID

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REUNIÃO DA UNI- GRUPO PRISA, EM MADRID

ACORDO MARCO MUNDIAL, PRINCIPAL OBJECTIVO

A situação laboral no Grupo Prisa em termos globais é muito complicada e resulta fundamentalmente da situação financeira do Grupo e da sua política quase em geral hostil aos Sindicatos.

Neste contexto, que decorre há muito, a UNI-MEI decidiu constituir a Aliança Sindical Mundial para o Grupo Prisa, que integra os Sindicatos de todos os países onde o Grupo Empresarial está presente.

A Aliança Sindical tem reunido com regularidade e no dia 14 de Março realizou uma reunião em Madrid, a qual decorreu nas instalações das CC.OO, com a presença da UN-MEI, os Sindicato de Espanha ( CC.OO e UGT) e do SINTTAV.

Participaram 10 Dirigentes e o SINTTAV esteve representado pelo seu Presidente, Manuel Gonçalves, que integra a Aliança Mundial.

A reunião teve duas partes distintas, na primeira fez-se o balanço da situação do Grupo Prisa em termos gerais e na segunda parte, realizou-se uma reunião com a DRH do Grupo.

Quanto à situação laboral em termos gerais não se reconhecem melhorias desde a última reunião, porque a situação financeira do Grupo não se tem alterado e a política anti-sindical em vários países, especialmente na América Latina piorou, nomeadamente na Colômbia, Chile, México e Peru.

Após feito o balanço da situação, analisou-se que resposta sindical tem que ser dada em termos gerais e os dois vectores principais do nosso trabalho vão ser:

  • A UNI dar todo o apoio possível aos sindicatos com prioridade para aqueles que lutam com mais dificuldades.
  • Desenvolvemos todos os esforços no sentido de se negociar o Acordo Marco Mundial.

Como a segunda parte do nosso trabalho era a reunião com a DRH, preparamos bem as intervenções e as questões chave para a discussão.

Reunião com a DRH do Grupo PRISA. A Dra Marta Serrano, que é a DRH do Grupo, aceitou reunir-se com os Sindicatos na sede das CC.OO.

O principal objectivo da reunião, foi a discussão da necessidade de negociação de um Acordo Marco Mundial, para cujo efeito a UNI já tinha entregue um Projecto.

Como a DRH foi nomeada recentemente, disse desconhecer o mesmo, tendo-lhe sido entregue um exemplar.

Na reunião, que decorreu com cordialidade, a UNI afirmou os seus objectivos quando à negociação de um Acordo deste tipo, explicou que não se tratava de um Acordo de Contratação Colectiva, em relação a cujo tema existe sempre uma grande resistência patronal, depois a DRH fez uma apreciação global do documento, questionou alguns aspectos em termos de esclarecimento e no fim comprometeu-se a dar uma resposta dentro dos próximos três meses, o que para a UNI foi compreensível na medida em que a DRH é recente no cargo, tem que se familiarizar com vários temas e quanto ao Acordo também necessita de orientações superiores.

 

 

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